Quatro frentes e um caderno, cada um com a sua cor.
Cada seção tem uma demonstração para mexer, a medição com número e fonte, e o que ainda pode estar errado. Sem jargão: toda palavra técnica ganha um exemplo do dia a dia antes da definição.
ChatGPT, Gemini e o Muse da Meta já escolhem onde comprar lendo o HTML da loja. Mostramos o que o assistente recebe da sua, item a item.
Sete ferramentas que comprimem, buscam, respondem e datam dado de sensor com uma garantia que qualquer um confere. Provado em cabo submarino, rede elétrica e baleias.
O que o computador quântico quebra, quando as estimativas dizem e quanto custa trocar.
Uma eleição cifrada ao vivo e 16 testes sobre onde calcular sem ver o dado funciona, custa ou para.
Presença não é acesso. · Menos tokens não é menos custo. · O barato absolve, o caro confere a acusação.
O que está na bancada agora.
Três trabalhos em fases diferentes: um de cliente na Suíça, um produto nosso e uma migração. Os números são os medidos até o fim de setembro de 2026.
O relojoeiro fotografa a peça. O catálogo diz qual é.
Um catálogo de cerca de 100 mil componentes, com três fotos cada. A primeira lição veio antes do algoritmo: nas fotos de bancada, a peça ocupava de 3% a 12% do quadro, e o acerto caiu pela metade — a busca acabava descrevendo o isopor.
Então a regra foi para o momento da foto. No capture.calibr.ch, a câmera só dispara quando a peça ocupa o quadro do jeito certo. Quem fotografa não precisa entender a regra, só seguir a seta. A foto ruim nunca chega a existir.
Guias que as pessoas abrem na hora de decidir.
Uma família de guias locais — onde comer, onde se tratar, quem conserta a casa — montada com dado público e escrita para quem chega do Google às sete da noite procurando "pizzaria em Recife". Ninguém navega: a pessoa abre a lista da cidade dela e liga.
O primeiro, o SaborCidade, saiu de 2 pessoas por dia em julho para mais de 800 em setembro, sem mídia paga. 19% das páginas vistas terminam num contato: WhatsApp, telefone, site ou mapa. É isso que o anunciante compra, e o painel dele mostra o número real.
De 3 milhões de linhas para 25 mil.
O portal rodava em PHP com Zend Framework 1 e um servidor de anúncios Revive embutido. Contando tudo o que ia junto no disco, eram 3.064.825 linhas em 8.374 arquivos. A versão nova, em Go, com site, redação e newsletter, tem 25.422 linhas em 179 arquivos.
O ganho não veio de escrever o mesmo código mais curto: o código próprio caiu à metade, de ~43,6 mil para ~20,9 mil linhas. O resto foi parar de carregar 2,3 milhões de linhas de terceiros e 685 mil de arquivos gerados guardados junto com o programa. Menos peças para atualizar, menos portas para vigiar.
| O que era | Linhas no legado | O que é hoje | Linhas na versão nova |
|---|---|---|---|
| Aplicação PHP (controllers, models, views) | 22.493 | Aplicação em Go | 12.370 |
| Front próprio (CSS, JS, páginas avulsas) | 21.140 | Templates HTML (site, admin, newsletter) e CSS/JS próprios | 6.837 |
| Revive Adserver | 1.370.831 | — | 0 |
| Zend Framework 1 e bibliotecas PHP | 774.459 | Terceiros (Editor.js, jssocials, jQuery Validate) | 314 |
| Dados gerados (sitemaps, edições salvas da newsletter) | 685.340 | SQL (schema, migrações, seeds) | 1.701 |
| Terceiros em public/, protótipos, campanhas, documentação | 190.562 | Testes, documentação, deploy, configuração, herdado | 4.200 |
| Total | 3.064.825 | Total | 25.422 |
Quatro hábitos, nenhum slogan.
Medir antes de prometer
Todo número que vai para uma página vem com a fonte, a data e o jeito de refazer a conta. O que é estimativa de terceiros aparece como estimativa, com o nome de quem estimou.
Publicar a correção
Quando uma conta nossa estava errada, a página diz qual era, qual é e por quê. Foi assim com a compressão de vibração e com a escala da busca certificada.
Menos peças
Go, banco relacional e páginas que chegam prontas do servidor. Cada dependência é uma porta a mais para vigiar; a migração do Baguete tirou 2,3 milhões de linhas delas.
Deixar o cliente conferir
O verificador vai junto com o sistema. Quem recebe o dado, o relatório ou o voto confere sem precisar confiar em nós.
Vinte e dois anos de problemas de verdade.
O primeiro sistema grande foi hospitalar, em Parobé, em 2004. Depois vieram hospital universitário, hospedagem, e-mail marketing, varejo, banco imobiliário, pesquisa em agrofloresta e imprensa. A tecnologia trocou várias vezes. O tipo de pergunta, não: escalar sem quebrar, custar menos, saber quando o número está errado.
Conte o problema. A gente diz se sabe medir.
Não temos pacote pronto. Primeiro entendemos o que você precisa provar, e para quem. Se não for um trabalho para nós, dizemos isso na primeira resposta.