Presença não é acesso.
A informação pode estar toda ali e mesmo assim ser cara, ou impossível na prática, de achar. Nos modelos de IA, nas buscas e na memória dos agentes, o que decide é ter guardado com a chave certa, e saber distinguir "não achei" de "não tenho". Com uma estante de 40 caixas para você procurar.
Abrir a entrada →Menos tokens não é menos custo.
Um modelo novo promete a mesma qualidade com 40% menos tokens. Numa pergunta única e difícil, isso quase vira 40% de economia. Num agente que conversa quinze vezes com o modelo, vira uma fração disso, porque o que pesa é o que se manda a cada rodada. Com uma calculadora para testar no seu caso.
Abrir a entrada →O barato absolve, o caro confere a acusação.
Quando uma IA confere o trabalho de outra, quem pode decidir o quê? Com 383 resumos de leis, metade adulterada de propósito, medimos três conferentes e várias regras. O pequeno e gratuito pode liberar sozinho, nunca condenar sozinho; o grande, que custa, só serve para desfazer acusação injusta. E a primeira regra que recomendamos não ganhou do sorteio.
Abrir a entrada →Mais rápido, outros bits.
O Go 1.27 trouxe SIMD portátil. Medimos onde ele acelera (2,2× a 2,7×), onde piora (a emulação ficou 10× mais lenta que o escalar) e onde o resultado muda conforme a máquina, o que quebra qualquer coisa que precise dar o mesmo arquivo em todo lugar. Com um espécime para trocar quantos números o chip processa de uma vez e ver o resultado mudar.
Abrir a entrada →Depois do papel, a matéria viva.
Vinte anos de design oscilando entre imitar matéria e assumir a tela. A proposta é sair do eixo: interface como material com massa, tensão e viscosidade, quente pelo comportamento e fria na leitura. Com um pêndulo que dá para arrebentar e três espécimes navegáveis.
Abrir a entrada →As próximas entradas saem daqui, na mesma forma: a ideia, o espécime e o que ainda não está medido.