Sete operadores certificados que compõem numa álgebra de evidência: comprimir com bound, consultar sem descomprimir, buscar sem perder, medir sem ser enganado, datar com prova, assinar o razão e provar a restauração. O ε já está na sua norma — nós o tornamos uma garantia.
O mesmo erro, medido três vezes
e nenhuma das três viola a margem prometida por amostra.
48 anos de missão em 5,9 horas de antena
no erro documentado do próprio instrumento — e a travessia da heliopausa vira veredito auditável.
"Escolha ε e ganhe privacidade" — medimos. Não é assim.
a promessa morre em quatro canais; o que sobra é o laudo que decide o art. 12 da LGPD.
Detecção e prova de ausência certificadas sobre um array IMS real.
abrir em nova aba ↗Telemetria com erro limitado — cada amostra dentro do tubo ε, provado.
CLAMPConsulta certificada no comprimido — a resposta como bracket que contém a verdade.
SIEVEBusca vetorial com zero falso negativo provado — completude certificada.
TRUSSSketches que não vergam — medir o fluxo mesmo quando manipulado.
PLUMBO tempo como intervalo certificado — atestação de conformidade (RTS 25).
GIRDERO livro-razão assinado — a confiança mora na chave, não no escritor.
SHOREBackup que prova que restaura — não a promessa, a prova.
A fila que degrada certificado em vez de dropar: 100% entregue a 0,4× da banda — onde a fila comum perde 59% para sempre — com o ε alargado declarado no registro.
COFFERA caixa-preta que desfoca em vez de esquecer: 24 KiB guardam o incidente do meio do stream em ε nominal nos 6 canais, crash-safe, com o desfoque certificado por trecho.
STRATARetenção por idade que não mente: toda consulta responde [lo, hi] garantido a conter a verdade — 6.000/6.000 janelas, por timestamp real, em ~20 µs.
SPLICEA junção certificada de sensores: onde o nearest-timestamp casa errado 43,8% dos pares em silêncio (CAN real), cada par sai CERTO, AMBÍGUO ou IMPOSSÍVEL — e o verdadeiro nunca fica de fora. A régua: fusão certificada até f ≈ 1/(4·ε_t).
CAULKGaps preenchidos por física assinada (o slew do datasheet): bracket provável onde paga, refutado com número onde não — e o ouro inesperado: FALSIFICADO detecta emendas de dataset (39/39 no LeRobot, 0 falsos positivos).
TRESTLEA frota sem puxar o dado: edges sobem só índices certificados (~1 B/amostra, 12× menos que o cru) e a nuvem responde com bracket garantido — 2.000/2.000; o modo janela-ajustada responde EXATO com o deslocamento declarado.
TUBE2DPercepção com garantia por pixel: imagens e vídeo de profundidade com |erro| ≤ ε provado e consulta regional certificada — venceu o SZ3 nos 4 casos e o SZ3-3D em vídeo (1,24–1,33×, cedendo-lhe o eixo temporal). A lição medida: o eixo que paga é o que o sensor correlaciona.
PILEA nuvem de pontos que prova ausência: "nenhum obstáculo na zona de segurança" como veredito garantido, zero falso negativo em 1.800/1.800 consultas (LiDAR real) — e 0,8–2,8× do Draco em bytes, ganhando no denso fino.
WEIRrefutadoStream em camadas por assinante — REFUTADO: o simulcast venceu em toda métrica. Congelado com a lápide no README; a mesma régua que aprova os de cima.
Construídas sobre o TUBE e medidas em dado real (IMU 203 Hz, juntas ALOHA, CAN de carro, frota AMI, vídeo de profundidade TUM, LiDAR KITTI): 23 degraus commitados com as medições ao lado do código — incluindo os refutados. Ver a seção técnica → · versão para quem não é da área →
Mais de 40 demos interativos sobre dado público real: sismos, emissões, glicose, tratado nuclear, ondas gravitacionais, mercado, voo, bateria. Cada um com o bound verificado e a consulta certificada.
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