Sobre um array sísmico real do Sistema Internacional de Monitoramento (IMS) — o Eskdalemuir (EKB, Escócia), que verifica o Tratado de Proibição de Testes Nucleares. As duas perguntas do tratado, respondidas com certificado direto do arquivo comprimido: houve um teste? e — tão importante — prove que não houve.
96 amostras garantidamente acima do limiar; 6 na borda ±ε. A verdade (100) está provada dentro do intervalo — detecção com barra de erro, sem descomprimir.
O deadband do TUBE é a prova de ausência: o índice poda todos os blocos, 0 bytes decodificados, e certifica que nada cruzou o limiar. Para o tratado, provar o não-teste vale tanto quanto achar um.
Empate técnico com o SZ3 (467,6 vs 463,6 KB, ~4,9× vs cru) — e não importa: o bound do TUBE nunca é violado (SZ3 dá "erro médio bom"; TUBE dá "cada amostra a ±ε, provado"), e é ele que carrega detecção, ausência e o selo.
Por que este é o encaixe mais forte da família. Aqui os bytes empatam com o SZ3 — e a venda é a função: o limiar de detecção está na letra do tratado (ε num documento, como os 100 µs do RTS 25 no PLUMB); o comprador é verificação/compliance, não engenharia; e a prova de ausência — certificar o não-evento tocando 0% do arquivo — é algo que nenhum compressor comum faz. É o "RTS 25 da geofísica": bound provável + consulta certificada + selo à prova de adulteração são o produto. Dado real: IRIS/FDSN rede IM. TUBE, SZ3 e gzip medidos no mesmo dado, bound idêntico.