A maioria dos backups só é testada no dia do desastre. O SHORE lavra um manifesto na origem — fingerprint por tabela/arquivo (contagem + hash de conteúdo com ordem estável) — e prova, na restauração, que o que voltou é idêntico ao que saiu.
Não é um sim/não: é uma escada provada — carrega → consistente → bate com a origem → point-in-time → invariantes de negócio. Cada degrau é uma prova, não uma suposição.
Backup não-testado é uma promessa; SHORE é uma prova. Para quem tem obrigação de continuidade (banco, saúde, regulado), a diferença entre 'achamos que restaura' e 'provamos que restaura' é o produto.
Degrau-0 medido num banco de brinquedo Postgres (nível 1/3/5, dois ataques pegos só pelo hash). Compõe com o GIRDER: a prova de restauração vira entrada assinada no razão.