SHORE · Backup that proves restore

'Temos backup' não é o mesmo que 'provamos que restaura'.

A maioria dos backups só é testada no dia do desastre. O SHORE lavra um manifesto na origem — fingerprint por tabela/arquivo (contagem + hash de conteúdo com ordem estável) — e prova, na restauração, que o que voltou é idêntico ao que saiu.

A cadeia de níveis

Não é um sim/não: é uma escada provada — carregaconsistentebate com a origempoint-in-timeinvariantes de negócio. Cada degrau é uma prova, não uma suposição.

  • Banco de dados: fingerprint por tabela (contagem + hash com ORDER BY estável).
  • Ataques pegos: linha deletada, tabela renomeada — só o hash denuncia.
  • O manifesto é lavrado na ORIGEM, então a restauração se auto-verifica.

Por que importa

Backup não-testado é uma promessa; SHORE é uma prova. Para quem tem obrigação de continuidade (banco, saúde, regulado), a diferença entre 'achamos que restaura' e 'provamos que restaura' é o produto.

Estado

Degrau-0 medido num banco de brinquedo Postgres (nível 1/3/5, dois ataques pegos só pelo hash). Compõe com o GIRDER: a prova de restauração vira entrada assinada no razão.

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