Todo sensor tem uma precisão. O TUBE comprime a série mantendo cada amostra a no máximo ε do valor real — o ε que já está escrito no spec do instrumento ou na norma. Não é 'erro médio bom': é cada amostra dentro do tubo, verificável.
Guardamos a série com um bound por amostra: |valor − reconstruído| ≤ ε, sempre. O verificador re-decodifica e confere — o bound nunca é violado, e isso é uma prova, não uma promessa.
Sísmica (contagem do digitalizador), DAS submarino (ruído de deformação), emissões (40 CFR Part 75), glicose (ISO 15197), preço de mercado (tick). Em todos, o ε já existe num documento — nós só o tornamos uma garantia.
Medido em ~15 fontes reais: onde o dado é inteiro/impulsivo, o TUBE vence os bytes; onde é liso, empata ou perde para o SZ3 — mas em todos, o bound é provável e a função (query + selo) é o produto.
A surpresa pega transiente forte e rápido; é fraca em deriva lenta e cega em sinal sub-ruído (onda gravitacional crua precisa de filtro casado). Escopo é feature: dizemos onde funciona e onde não.