TUBE · Telemetry Under Bounded Error

A telemetria que cabe num tubo de erro ε — e prova que cabe.

Todo sensor tem uma precisão. O TUBE comprime a série mantendo cada amostra a no máximo ε do valor real — o ε que já está escrito no spec do instrumento ou na norma. Não é 'erro médio bom': é cada amostra dentro do tubo, verificável.

Provado em dado real — explore

Crossover honesto em array sísmico e DAS.

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O que ele garante

Guardamos a série com um bound por amostra: |valor − reconstruído| ≤ ε, sempre. O verificador re-decodifica e confere — o bound nunca é violado, e isso é uma prova, não uma promessa.

  • Retenção certificada: meses de dado cru a ±ε pelo custo de um downsample — mas com a cauda preservada.
  • Consulta no comprimido: perguntas respondidas tocando 0,1–3% do arquivo, sem descomprimir (ver CLAMP).
  • Detecção de graça: quando o evento chega, o compressor emite mais — a surpresa é um detector de subproduto.

Onde o ε mora

Sísmica (contagem do digitalizador), DAS submarino (ruído de deformação), emissões (40 CFR Part 75), glicose (ISO 15197), preço de mercado (tick). Em todos, o ε já existe num documento — nós só o tornamos uma garantia.

Medido em ~15 fontes reais: onde o dado é inteiro/impulsivo, o TUBE vence os bytes; onde é liso, empata ou perde para o SZ3 — mas em todos, o bound é provável e a função (query + selo) é o produto.

O limite honesto

A surpresa pega transiente forte e rápido; é fraca em deriva lenta e cega em sinal sub-ruído (onda gravitacional crua precisa de filtro casado). Escopo é feature: dizemos onde funciona e onde não.

Ligue na sua infra — a régua é sua.

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