Degrau-0 de volume sobre dois datasets reais e grandes, com o mesmo dado inteiro e bound idêntico. A pergunta não é "quem faz o menor arquivo" — é onde cada um ganha, e o que os bytes não mostram.
TUBE 15% menor que o SZ3 (1,22 MB vs 1,43 MB), 4,0× vs cru. A ε=4 fica em 0,98× (quase empate). Bound nunca violado — o SZ3 encosta exatamente no ε.
SZ3 30% menor que o TUBE (2,03 MB vs 2,64 MB), 42× vs cru. Mas o crossover é gradual: ε=1 → 1,04× · ε=4 → 1,06× · ε=38 → 1,33×. Perto de lossless quase empatam; o preditor float só abre vantagem no bound largo. Bound do TUBE nunca violado.
O SZ3 teria de descomprimir tudo para responder. O TUBE responde tocando 0,04% do arquivo, com um intervalo garantido a conter a verdade — e toda a retenção fica selada e assinada no livro-razão GIRDER (verificado). É o diferencial que os bytes não capturam.
A leitura honesta. Bytes: o TUBE vence em sísmica inteira/impulsiva; o SZ3 vence em DAS liso (mais ainda com bound largo). Em ambos, o bound do TUBE é provavelmente inviolável — o SZ3 dá "erro médio bom", o TUBE dá "cada amostra a ±ε, provado". A venda: onde o dado é liso, função (query certificada + selo); onde é inteiro/impulsivo, bytes + função. Dado real: IRIS FDSN + SUBMERSE/EIDA. TUBE, SZ3 e gzip medidos no mesmo dado, bound idêntico.