Sites feitos de muitas páginas pequenas — finitos, especificados, nativos e sem JavaScript.
Cada coleção pega um acervo fechado — os elementos do HTML, os sinais do POSIX, as unidades do CSS — e dá a cada item a sua própria página, com ficha, exemplo executado, gaveta e raridade. Filtrar, ordenar, buscar e trocar de tema são links: todo estado tem endereço próprio, é compartilhável, favoritável, e o botão voltar funciona. Todas têm espelho em inglês e zero byte de JavaScript.
As coleções são o argumento em forma de site: HTML estático, estado no endereço, nada para hidratar. O mesmo raciocínio que aplicamos quando escolhemos um algoritmo — usar o que a plataforma já garante antes de escrever a próxima camada.