$$
O número de processo do próprio shell — a matrícula da sessão.
Cada shell carrega seu PID em $$. O uso tradicional é batizar arquivos temporários — /tmp/coleta.$$ — com um nome que não colide entre sessões.
Detalhe de colônia: num subshell, $$ continua sendo o PID do shell-mãe; o do subshell mesmo mora em $BASHPID. E para temporários de verdade, mktemp é o vizinho mais seguro.
$ echo $$
31415
$ touch /tmp/coleta.$$
$ ls /tmp/coleta.*
/tmp/coleta.31415