Baleia no cabo submarino: a seleção de banda vira um certificado

O bandpass que todo detector de baleia usa é, matematicamente, uma projeção ortogonal — e projeção ortogonal encolhe distância, nunca aumenta. Construída assim, a poda pela banda não pode perder uma chamada: o que a banda descarta volta como cota provada, num escalar por janela. DAS real da OOI ao largo do Oregon, janelas de 0,7 s em canais.

Por que a banda da física ganha do subespaço ajustado

Os dois filtros são igualmente válidos — a garantia só exige base ortonormal. O que muda é a força da poda, e a razão está inteira neste gráfico: a variância do DAS (navio, oceano, instrumento) mora longe da baleia, então a PCA gasta suas dimensões no lugar errado.

onde está a variância do dado onde está a baleia (a consulta) onde a PCA pôs suas 14 dimensões
da energia do dado cai na banda
da energia da baleia cai na banda
do subespaço da PCA cai na banda

Quanto cada filtro poda, por limiar de detecção

Passe o mouse para ler qualquer limiar. O critério é o dos próprios autores do dado (correlação com o sintético de 14–24 Hz), que — com janelas normalizadas — é uma consulta de raio euclidiano, sem aproximação.

banda da física (k=14) PCA ajustada (k=14)
95,26%
poda da banda no limiar dos autores
8,54%
poda da PCA, no mesmo k
zero
falsos negativos, em toda configuração