Um detector de ondas gravitacionais carrega ~10⁵ canais auxiliares (sismômetros, magnetômetros, microfones do sítio) a 16 kHz, guardados para veto: decidir se um candidato é real ou um glitch ambiental. O TUBE retém essa frota com bound provável e transforma o veto numa consulta certificada. Dado real: strain de 16 kHz do GWOSC (GW150914 + GW151226, H1/L1).
Empate técnico com o SZ3 (2,18 vs 2,15 MB, 7,7× vs cru) — o gzip lossless só faz 1,05× porque strain é ruído. O ganho vem de podar o que está abaixo do ε, e o bound do TUBE nunca é violado. Multiplique por 10⁵ canais: é a frota inteira retida.
O deadband é a prova: certifica que nada cruzou o limiar → o candidato não é vetado, sem descomprimir. Para a ciência, provar o não-glitch limpa o evento.
O sinal do GW é sub-ruído no strain cru — a surpresa e o CLAMP não o veem (só matched filtering o extrai). Mas o alvo do veto é o glitch alto, que fica do lado detectável. Por isso o caso funciona: veto persegue o transiente forte, não o sinal enterrado.
As honestidades. acesso os 10⁵ canais PEM são internos à colaboração; medimos no strain aberto de 16 kHz (mesmo rate e mesmo problema de retenção) — a frota multiplica por canal; o glitch famoso do GW170817 só está aberto na versão já limpa. bytes empatam com o SZ3 — a venda é retenção da frota + proveniência de veto assinada, não tamanho. função o mecanismo CLAMP está validado (o bracket sempre contém a verdade); a detecção localizada de glitch precisaria de um segmento com glitch aberto. TUBE, SZ3 e gzip medidos no mesmo dado, bound idêntico.