IMS — uma régua certificada, as tecnologias do tratado

O Sistema Internacional de Monitoramento verifica o Tratado de Proibição de Testes Nucleares com quatro tecnologias. As três de forma de onda — sísmica, infrassom, hidroacústica — foram medidas com dado real e aberto (IRIS, rede IM) e a mesma régua ε=1 count: retenção com bound provável, e o veto como prova de ausência certificada.

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modalidades: TUBE vence ou empata
A mesma norma serve às três: bound nunca violado, prova de ausência [0,0] tocando 0% em todas. Onde o SZ3 empatava na sísmica, o TUBE abre vantagem em infrassom e hidroacústica.
gzipSZ3TUBE (±ε)

A quarta tecnologia

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Radionuclídeo

não é forma de onda — é contagem de partículas/espectro. O TUBE não se aplica direto; a régua aqui é a série temporal de concentração (mesmo padrão dos outros verticais de contagem), fora do escopo deste demo.

Por que isto importa. Uma única ferramenta, uma única norma (o ε na letra do tratado), atravessa as três modalidades de forma de onda do IMS — cada uma com física, taxa e sensor diferentes (sismômetro enterrado, microbarômetro, hidrofone submarino). Em todas: a forma de onda verdadeira retida a ±ε, provado; o não-evento certificado; o arquivo assinado. É o argumento do "RTS 25 da geofísica" generalizado — o comprador de verificação compra a régua, não o compressor. Dado real: IRIS/FDSN rede IM (arrays EKB, I04, tríade H01 Cape Leeuwin). TUBE, SZ3 e gzip no mesmo dado, bound idêntico.