Uma estação GNSS mede sua posição com precisão de milímetros — e o ε do TUBE aqui é literalmente essa precisão, escrita no produto. A série guarda anos de deriva tectônica lenta e, num único dia, o degrau cossísmico: o terremoto de Tohoku (M9, 2011) empurrou esta estação 3 metros. Dado real: NGL/GEONET, estação G145.
SZ3 vence os bytes (1,20×) — a tendência lisa é o turf dele, como no DAS — mas ambos comprimem ~16–20× e o bound do TUBE nunca é violado. Diário é baixo volume por estação; a rede (milhares × décadas, + alta taxa) é o volume real.
O CLAMP certifica quantos dias e desde quando a estação deixou o envelope de segurança — o cossísmico +3 m e a deriva pós-sísmica — direto do arquivo comprimido. É o primitivo de monitoramento de falha/vulcão/barragem, com ε = a precisão do documento.
A leitura honesta. Os bytes vão para o SZ3 (tendência lisa) — a venda é o ε literal do documento (o mm de precisão), a consulta de deformação certificada e o selo. A surpresa pega o degrau cossísmico (súbito), mas é fraca na relaxação pós-sísmica (deriva gradual — o nível importa, não a taxa: o mesmo gradiente da casa). O alerta é pervasivo pós-evento (o deslocamento é permanente), por isso toca ~metade dos GOPs. Dado real: NGL/GEONET (Nevada Geodetic Lab). TUBE, SZ3 e gzip no mesmo dado, bound idêntico.