Um tokamak carrega milhares de diagnósticos a alta taxa; cada descarga (shot) de um experimento de bilhões de dólares precisa ser exatamente reproduzível e auditável. Aqui o valor do TUBE não é o tamanho — é a proveniência: guardar cada amostra a ±ε, assinada. Dado real: bobinas magnéticas (Mirnov) do shot 23128, tokamak MAST-U (UKAEA), via FAIR MAST.
Empate técnico com o SZ3 (53,1 vs 52,4 KB, 13,5× vs cru) — e o bound do TUBE nunca é violado. Multiplique por milhares de canais × milhares de shots: é o arquivo de campanha inteiro, retido com garantia por amostra.
"Esta é exatamente a magnética do shot 23128, a ±0,001, e o arquivo não foi alterado" — verificável só com a chave pública. É o que uma campanha de fusão precisa e o compressor comum não dá.
A leitura honesta. Os bytes empatam com o SZ3 — a venda é a proveniência assinada + bound provável, não o tamanho. Este shot/diagnóstico foi armazenado decimado (7.500 amostras reais de 137.082, resto NaN de padding), então usamos a fase de plasma; a detecção de disrupção não disparou (sinal liso, sem transiente 8σ nesta descarga) — o TUBE aqui é retenção+proveniência, não detector. Dado real: FAIR MAST (UKAEA), tokamak MAST-U, shot 23128. TUBE, SZ3 e gzip no mesmo dado, bound idêntico.