O Time-in-Range (% do tempo com glicose em 70–180 mg/dL) é hoje o endpoint primário dos ensaios de diabetes — a FDA o aceita. Ele é reportado como um número exato. Mas todo sensor CGM tem uma acurácia (ISO 15197, ±15 mg/dL), e quando você a leva a sério, o TIR não é um ponto: é um intervalo. Dado real: Colás 2019, glicose a cada 5 min.
No limite legal do sensor (ISO 15197, ±15 mg/dL), o "90,3%" é na verdade [84,2% – 95,3%] — 11 pontos de incerteza. Um ensaio que anuncia "melhorei o TIR de 65% para 72%" pode não ser significativo quando você conta a acurácia. O ε do CLAMP é a acurácia da norma — e só computação certificada mostra isso.
SZ3 vence os bytes (traços curtos e lisos + overhead do TUBE por sujeito) — honesto. Aqui o valor do TUBE não é o tamanho: é o bracket certificado que os outros não dão. Bound nunca violado.
Por que este caso importa apesar de perder os bytes. O ε está na norma (ISO 15197), o comprador é fabricante/FDA/ensaio clínico, e o produto é uma honestidade que ninguém entrega: o TIR — e qualquer métrica de faixa clínica (hipo, hiper) — reportado com a barra de erro que a acurácia do sensor impõe. Dado real: Colás 2019 (PLOS ONE). CLAMP certifica o intervalo; o bracket sempre contém a verdade medida.