SIGKILL
A bala: o processo nunca ouve este toque — quem age é o kernel.
Todos os outros sinos tocam para o processo; este toca para o kernel. Nenhum handler executa, nenhuma limpeza acontece: o processo simplesmente deixa de existir na próxima oportunidade de escalonamento.
Por isso o -9 é último recurso, não primeiro: locks que ficam órfãos, arquivos temporários que ninguém apaga, filhos herdados pelo init. E há um caso em que nem ele resolve — processos em sono ininterrupto (estado D, geralmente I/O travado) só morrem quando o kernel os libera.
$ kill 4242
$ kill 4242
$ kill -9 4242
(a terceira tentativa não pediu: ordenou ao kernel)